segunda-feira, 29 de julho de 2013

Despertar...

O tempo passa do lado de lá, mas é como se dentro de mim houvesse paralisado os sentidos da vida. Vida que ficou perdida entre meio a tempestade remando sem chegar a lugar nenhum. Batendo aquela sensação desconhecida invadindo o coração, levando-o a pensamentos confusos e compulsivos.
Algumas vezes tudo se torna tão impulsivo que nem pensar é permitido, e por alguns instantes, de olhos fechados, sinto-me sufocado por coisas ocultas que fogem a explicações. Invade um vazio no peito, uma dor que não dói, um sentimento que não sinto uma constelação de “pensar” fazendo bagunça no subconsciente. São sentimentos que não cabem decifrar, apenas compelir.
E de repente, percebo que estava dormindo delirando num sonho surreal. Alivio senti no peito, respirei profundo e gritei em alta voz. Ufa despertei de um sono ofuscante, pulei da cama, e só então verdadeiramente percebi que havia acordado de um sonho profundo, causador de turbulências mentais.
Levantei da cama, pisando no frio chão do quarto escuro, vieram inúmeros reflexos na mente, respirei, fechei os olhos e pensei: que venha tristeza, solidão, depressão, desilusão ou ilusão, e eu serei forte como uma rocha, com a certeza de que todas as desilusões negativas serão reconstruídas de forma positiva.
21-06-2013 às 23hs55min

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